sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

O sombra se assombra.



O sombra se assombra. 

Devido à judicialização da política a partir dos avanços dos mecanismos de fiscalização do manuseio do recurso público, a vida política se tornou mais curta do ponto de vista jurídico, especificamente aos que surrupiaram os cofres públicos.
Neste momento surgem os políticos laranja (o que só assina), a característica destes é a de se prestar a emprestar o nome para que as coisas aconteçam na administração pública.
É quando seuge durante o período eleitoral o candidato pedindo o seu voto, você como cidadão não tem bola de cristal para prever o futuro, se despe e aposta, com o passar do tempo vai percebendo a sua espectativa ir para o ralo, vendo outra pessoa que inclusive responde a processo administrativo mandar, ou seja, ser o prefeito de fato.
De conformidade com o Código Penal brasileiro o estelionato é capitulado como crime econômico (Título II, Capítulo VI, Artigo 171), sendo definido como "obter para si ou para outro, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento.”.
No caso de Moju, os fatos falam por si, elegeram um e quem manda é quem esta na foto, como o mesmo faz questão de ser, viva o subterfúgio!!!
 “Manda quem pode obedece quem tem juízo”, como o eleito, o que você confiou, mostra sinal de que não pretende perde – lo dedica seu tempo suplicando e esperando pela força divina:
- “Divino Espirito Santo dai-me força para vencer este mal que me possui e assombra a população de Moju”.
Em todas as reuniões de todas as secretarias quem da às coordenadas é o prefeito de fato Parola, como pode uma pessoa que nem funcionário é do governo municipal, o representar com tanta legitimidade de direito, na nossa terra é diferente.
Então temos dois prefeitos, o que o povo elegeu e o que manda de fato, talvez o resultado seja de melhor servir a população mojuense.
Isso tudo chama se Estelionato eleitoral.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Dilma sanciona lei de redução da conta de energia



Esta medida vai beneficiar o povo menos favorecido.

Foi sancionada pela presidenta da república, Dilma Rousseff a lei que prorroga as concessões de geração de energia elétrica e reduz encargos setoriais de forma a oferecer tarifas menores ao consumidor que poderá pagar até 20% menos a partir de fevereiro.
De acordo com a Lei 12.783, de 11 de janeiro de 2013, publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial da União, as concessões de geração de energia elétrica poderão ser prorrogadas uma única vez, pelo prazo de até 30 anos, de forma a assegurar a continuidade e a eficiência da prestação e a tarifa mais baixa.
Para terem o contrato de geração renovado, as concessionárias devem atender a requisitos estabelecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em relação a tarifas e qualidade do serviço. A agência também disciplinará o repasse, para a tarifa final paga pelo consumidor, de investimentos necessários para manter a qualidade e continuidade da prestação do serviço pelas usinas hidrelétricas.
O governo Dilma, ao contrário de Fernando Henrique, projeta uma queda de 20% no custo da tarifa elétrica impondo às concessionárias corte de preços proporcionais ao valor dos investimentos amortizados.
O governo de FHC em meados de maio de 2001 emplacou 20% de déficit na oferta da de energia no mercado nacional.
Segundo o ministro de minas e energia do governo Dilma, no ano de 2012 foram armazenados 2.500 MW, para o ano de 2013 a reserva será de 8.000 MW, com o intuito de suprir as necessidades da população Brasileira caso haja um desequilíbrio nos reservatórios que produzem energia.


quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Prudência faz bem à coisa pública



    A palavra prudência exige certo policiamento de nós seres humanos em nosso relacionamento na vida social, quando se trata da vida pública o gestor precisa ser mais ponderado para que o respeito ante a opinião pública se faça valer com legitimidade.

     Quando o gestor perde a coerência, perde também o respeito com a coisa pública, passando ao ato de vandalismo. No nosso caso inauguramos o terminal rodoviário, assim que os tucanos assumiram o poder mandaram pessoas sem legitimidade jurídica arrancarem a placa de inauguração de forma brutal do terminal, que inclusive estava com o nome do chefe dos tucanos no estado, isto chama – se vandalismo.